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Resumo em 10 segundos

Elétricos já representam 18% das vendas globais ⚡️🇨🇳 Uma história sobre tecnologia, poder e a chance do Brasil de não ficar para trás.

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Carros elétricos já representam 18% das vendas globais ⚡️🧵 — mas o Brasil segue bem abaixo da média mundial. Nesta thread conto como as chinesas assumiram a frente, por que isso importa e o que o país precisa fazer para não perder a próxima onda.

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A história começa com portfólios maiores e queda de preços. Segundo o levantamento do CleanTechnica, os EVs 100% elétricos chegaram a 18% do mercado global e os plug-ins somam 27%. Na China e Europa, escala + políticas impulsionaram a adoção.

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No centro do boom estão as chinesas: BYD vendeu 344.839 unidades em agosto (20,1% do total), Tesla 152.448 e Geely 110.666. Juntas, as fabricantes chinesas passaram de 60% das vendas naquele mês — uma concentração que muda o mapa competitivo.

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O Brasil, por sua vez, esbarra em obstáculos claros: impostos elevados, oferta de modelos limitada, rede de recarga irregular e preferência por veículos mais baratos. Sem políticas públicas e investimento, a transição pode ficar limitada a poucos.

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Mas há caminhos para virar o jogo: incentivos para modelos populares, expansão de recarga em bairros periféricos, financiamento para frotas e programas de qualificação profissional. Eletrificação pode e deve ser também uma oportunidade social e ambiental.

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Reflexão final: chinesas >60% das vendas em agosto revela concentração de poder — e a urgência de estratégia industrial e regulação. O Brasil pode ser espectador ou protagonista. Com políticas certas, a eletrificação pode ser inclusiva e gerar emprego e ar mais limpo.

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