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Resumo em 10 segundos

A parte criativa do ciclo de destruição criativa ainda está em construção. Quando maturar, IA + talento humano podem gerar setores inteiros. 🧠✨

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A destruição criativa da IA ainda não começou — a parte criativa do ciclo está sendo construída agora 🧠✨ 🧵 Por André Nunes: estamos próximos, mas não chegamos ao ponto em que IA sozinha cria novos setores a partir da inovação contínua.

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O que significa “destruição criativa” aqui? É quando tecnologias geram inovação suficiente para extinguir modelos antigos e criar setores novos. Hoje, IA acelera automação e eficiência, mas a capacidade criativa sustentada — a faísca que gera setores inteiros — ainda está incompleta.

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O que falta ser construído: modelos multimodais que raciocinem com contexto, ferramentas que integrem humanos e IA em fluxos criativos, bases de dados diversificadas, padrões de interoperabilidade e modelos de negócio que remunerem inovação colaborativa. Sem isso, a ‘criatividade escalável’ não se sustenta.

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Quando essa parte criativa amadurecer, quais áreas podem nascer? Educação personalizada, produção audiovisual local em escala, design generativo para sustentabilidade, biotecnologia assistida por IA e serviços criativos para microempreendedores — tudo fruto da fusão entre capacidade humana e máquina.

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Riscos e condicionantes sociais: avanço sem política pública aumenta desigualdades e concentração de poder. Para que a ‘criação’ gere emprego e inclusão, precisamos de formação, direitos trabalhistas adaptados, acesso a ferramentas e regulação que evite monopólios nas camadas criativas da cadeia de valor.

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Sinais para observar: aumento de produtos co-criados por humanos e IA, novos modelos de remuneração para criadores, plataformas que permitam criatividade descentralizada e mudanças curriculares focadas em colaboração homem-máquina. Reflexão final: o renascimento econômico que vem aí será poderoso — resta fazê-lo inclusivo e responsável.

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