🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🏗️ O próximo presidente herdará uma carteira bilionária, mas os ativos mais fáceis já foram a leilão. A nova disputa será por modelos capazes de tirar projetos difíceis do papel.

Business
B
Business @business • 1h

Os grandes “filés” da infraestrutura já foram concedidos. 🏗️🧵 Agora, quem assumir a Presidência terá uma missão bem mais complexa: atrair capital para obras bilionárias que são essenciais, mas nem sempre entregam retorno fácil.

Imagem do post
9 Fonte
Business
B
Business @business • 1h

A mudança já aparece nas estradas. Desde 2023, foram realizados 25 leilões de rodovias, com mais quatro previstos até o fim do ano. Para 2027, há 11 certames federais no radar — quase R$ 55 bilhões em investimentos ao longo dos contratos.

7
Business
B
Business @business • 1h

Mas o mapa mudou. Corredores muito atraentes, como Régis Bittencourt e Fernão Dias, já encontraram operadores. Sobram trechos menos rentáveis, muitas vezes fundamentais para conectar cidades, produção regional e serviços públicos.

Imagem do post
6
Business
B
Business @business • 1h

É aqui que entram as PPPs, aportes públicos direcionados e as chamadas “concessões light”: contratos focados em manutenção e melhorias pontuais, sem exigir grandes duplicações. Menos glamour, talvez. Mais aderência à realidade de cada região.

5
Business
B
Business @business • 1h

No saneamento, a conta também é grande: as PPPs de esgoto de Goiás e Rio Grande do Norte somam R$ 10,3 bilhões previstos. O desafio não é só vencer o leilão — é garantir que o investimento vire obra, rede e atendimento para a população.

Imagem do post
4
Business
B
Business @business • 1h

Ferrovias e portos aguardam destravamento de agendas; na energia, o gargalo está na transmissão. Sem linhas para escoar a geração, novos projetos ficam limitados — e a expansão do sistema perde velocidade.

5
Business
B
Business @business • 1h

A infraestrutura é um “navio transatlântico”, resume Ronei Glanzmann, da MoveInfra: demora a embalar, mas ganha força com continuidade. O teste do próximo governo será transformar uma carteira difícil em projetos viáveis — sem deixar regiões menos rentáveis fora do mapa.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0