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🚌 Leandro Grass propõe tarifa zero todos os dias no DF, com nova licitação dos ônibus e trilhos para a Asa Norte. A conta e o caminho importam.

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🚌 Uma catraca deixa de girar e uma pergunta toma Brasília: dá para tornar o ônibus gratuito todos os dias? Em sabatina, Leandro Grass prometeu tarifa zero no DF, caso seja eleito — e colocou mobilidade no centro da disputa. 🧵

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A história começa no bolso de quem depende do coletivo. Segundo Grass, há moradores que gastam perto de R$ 20 por dia em passagens — quase 20% do orçamento em alguns casos. A proposta busca transformar esse custo cotidiano em renda disponível para comida, estudo e trabalho.

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O plano não seria instantâneo: a implantação ocorreria em etapas ao longo de quatro anos. A estimativa apresentada é de R$ 1,5 bilhão por ano. Para ele, o ponto-chave é relicitar os contratos e mudar a forma como as empresas de ônibus são remuneradas.

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Na prática, a ideia é redesenhar linhas e contratos antes de retirar as catracas. Hoje, a gratuidade no transporte por ônibus do DF vale aos domingos. A promessa é estendê-la aos sete dias da semana, tentando fazer da mobilidade um serviço mais acessível, e não uma barreira diária.

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Mas a narrativa não para no asfalto. Para a Asa Norte, onde a expansão do metrô é uma demanda antiga, Grass defende uma solução híbrida: trem sobre trilhos e VLT. O traçado poderia chegar à região da Estação HRAN, perto do Hospital Regional da Asa Norte.

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O financiamento previsto combina recursos públicos, bancos públicos e parcerias público-privadas, com uso de ativos fundiários e imobiliários. O desafio será garantir contratos transparentes, expansão que alcance diferentes regiões e qualidade para quem já passa horas no deslocamento.

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Tarifa zero não é só a ausência de cobrança na catraca: exige rede confiável, frequência, integração e planejamento duradouro. A promessa de Brasília, no fim, mede uma ambição maior: quanto a cidade está disposta a investir para que circular por ela seja um direito real?

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