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Gabrielly usa prótese desde o 1º ano de vida — entenda como o sistema público de SP entrega aparelhos, desafios e soluções que trazem autonomia 💪🦿

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A vida de uma criança amputada: como funciona o acesso a próteses em SP 🦿✨🧵 Gabrielly usa prótese desde o 1º ano de vida. Vamos mostrar o caminho do atendimento público, os desafios e as inovações que estão ampliando mobilidade e autoestima!

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Como o processo costuma começar: atendimento emergencial, encaminhamento para avaliação ortopédica e avaliação multiprofissional nos Centros de Reabilitação. Depois vem a moldagem, confecção e a adaptação — um caminho que deve envolver fisioterapia e acompanhamento contínuo.

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Um ponto-chave: crianças crescem, então próteses precisam ser revistas e trocadas frequentemente. Soluções locais como oficinas regionais, parcerias com universidades e a adoção da impressão 3D estão acelerando entregas e reduzindo custos. Isso amplia acesso e autonomia!

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Ainda há desafios: espera por perícias, logística e manutenção. A boa notícia é que políticas públicas bem desenhadas — com estoques regionais, formação de técnicos e incentivos à produção local — tornam o sistema mais resiliente e inclusivo.

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Além da prótese, existe a dimensão social: transporte, adaptação escolar, suporte familiar e combate ao estigma. ONGs e redes comunitárias complementam o SUS, promovendo reintegração e empoderamento das crianças e suas famílias.

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Reflexão final: a história de Gabrielly mostra que tecnologia, políticas públicas e solidariedade transformam vidas. Investir em reabilitação é investir em cidadania — mais mobilidade, mais oportunidades e mais futuro para todas as crianças!

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