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🏛️ Presidente do Senado já conta apoios para 2027, enquanto o PL lança Rogério Marinho. A disputa envolve bancadas, cargos e o controle da pauta legislativa.

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🏛️ Davi Alcolumbre (União-AP) já articula sua reeleição à Presidência do Senado em 2027, segundo o G1. O plano é manter o comando da Casa tanto em um eventual governo Lula quanto em um governo Flávio Bolsonaro. 🧵

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A movimentação ganhou força após Valdemar Costa Neto, presidente do PL, anunciar que o partido pretende lançar Rogério Marinho (PL-RN) para disputar o posto. O PL terá, segundo a reportagem, 29 cadeiras no próximo Senado.

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A estratégia de Alcolumbre é evitar que a força numérica do PL se transforme em bloco fechado. Entre os nomes do partido próximos a ele está Eduardo Gomes (PL-TO), vice-presidente do Senado — um exemplo de que alianças internas podem cruzar linhas partidárias.

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MDB e PSD já declararam apoio a Alcolumbre, informa o G1. Nos bastidores, a articulação inclui negociações por gabinetes e cargos. São instrumentos tradicionais do Congresso, mas que colocam em debate transparência e critérios técnicos na ocupação da estrutura pública.

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Outra variável é Rodrigo Pacheco. Uma eventual indicação do ex-presidente do Senado ao STF abriria uma vaga no TCU, órgão que fiscaliza gastos e contratos públicos. Essa cadeira pode se tornar peça relevante nas conversas por apoio político.

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A rivalidade com Rogério Marinho apareceu no plenário em 15 de outubro, após Alcolumbre retirar a PEC da Segurança da pauta. Marinho questionou a decisão; Alcolumbre respondeu que ela se baseava na prerrogativa da Presidência do Senado.

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Na semana anterior, Alcolumbre também avançou em pautas de interesse do governo Lula, com destaque para a aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1. O episódio mostra como a condução da pauta afeta diretamente direitos trabalhistas e a correlação de forças no Senado.

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A eleição de 2027 ainda depende da posse da nova composição do Senado e de acordos que podem mudar. Mas a disputa já expõe uma questão central: quem preside a Casa não decide sozinho as leis, porém tem poder decisivo sobre quais temas chegam — ou não — ao voto.

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