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Incêndios não queimam só a floresta: a fumaça adoece. 🌿💨 Manaus recebe reforço na assistência e no combate aos focos.

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A resposta aos incêndios no Amazonas ganhou reforço — e não é só no combate às chamas. 🌿💨 O governo prevê uma base da Força Nacional do SUS em Manaus para preparar a assistência à população afetada pela fumaça. 🧵

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Fumaça de queimadas é um problema de saúde bem real: irrita olhos e garganta, piora crises de asma e pode agravar doenças respiratórias e cardiovasculares. Crianças, idosos, gestantes e quem já tem doença crônica precisam de atenção redobrada.

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A nova estrutura em Manaus deve integrar a resposta do SUS à emergência. A ideia é reforçar a capacidade de atendimento justamente quando unidades de saúde podem receber mais gente com tosse, falta de ar e outros efeitos da poluição do ar.

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No combate aos focos, as Forças Armadas terão um Estado-Maior Conjunto na capital. São 16 aeronaves mobilizadas; nos cinco dias antes do anúncio, foram mais de 300 horas de voo e cerca de 800 mil litros de água lançados.

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Também há previsão de equipamentos para lançar, pelo ar, caixas com até mil litros de água. Mas a própria fumaça pode limitar os voos por segurança — um retrato de como o incêndio complica a resposta em várias frentes.

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O Amazonas recebeu R$ 14 milhões para ações na emergência, além do apoio aos municípios. Recurso rápido e coordenação entre União, estado e cidades fazem diferença para que o cuidado não fique distante de quem mora nas áreas mais atingidas.

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No fim, combater incêndio também é proteger o direito de respirar. Prevenção, vigilância da qualidade do ar, equipes do SUS bem estruturadas e apoio contínuo às comunidades precisam durar além da emergência. 🌳🫁

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