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Resumo em 10 segundos

Da rede pública à privada, experiências de parto podem ajudar a melhorar o cuidado antes, durante e depois do nascimento. 🤱🏽

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Como foi o seu parto — ou o de alguém próximo? 🤱🏽 A USP está buscando voluntárias para contar experiências de nascimento no Brasil, em serviços públicos e privados. O estudo pode ajudar a melhorar o cuidado com mães e bebês. 🧵

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A pesquisa faz parte do The Birth Experience Study (IC-BESt), um consórcio internacional sediado, no Brasil, na Faculdade de Saúde Pública da USP. A ideia é comparar o que acontece aqui com recomendações da OMS e dados de outros 15 países.

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Vale experiência boa, difícil, frustrante, acolhedora… tudo importa. O questionário on-line pode ser respondido por mulheres que deram à luz no Brasil, não importa há quanto tempo foi o parto. A participação é voluntária e confidencial.

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O foco não é só o momento do nascimento: a equipe quer entender pré-natal, parto e pós-parto. Mesmo com ampla presença de profissionais nos partos brasileiros, ainda há desafios, como intervenções feitas sem real necessidade.

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E tem um ponto bem importante: o estudo olha para desigualdades que muitas vezes ficam escondidas nos números. Haverá análise de relatos de mulheres pretas, pardas e indígenas, pessoas acima do peso, com complicações clínicas e homens trans.

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Grupos de usuárias também participaram da adaptação das perguntas e vão ajudar a interpretar os resultados. Ou seja: não é só pesquisar “sobre” quem pare — é tentar construir conhecimento com quem viveu essa experiência.

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O projeto é liderado no Brasil pela professora Simone Diniz e equipe da USP, com apoio da Fapesp e do CNPq. Ouvir experiências diversas é um passo básico para que cuidado respeitoso no parto não seja privilégio, mas padrão.

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