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Resumo em 10 segundos

Uma conversa que virou alerta no Congresso — poder, retaliação e as instituições em choque ⚠️🧵

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Valdemar Costa Neto diz que Davi Alcolumbre “trabalha para o STF” e avisa: “vai pagar caro” se não atender a oposição sobre a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro ⚠️🧵

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Na entrevista à rádio Itatiaia (18), Valdemar não só acusou Alcolumbre como também prometeu obstruir trabalhos do Senado. É a voz de um presidente de partido que usa a ameaça como instrumento de pressão sobre a agenda legislativa.

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O caso ganhou corpo com o episódio da tornozeleira do senador Marcos do Val: o ministro Alexandre de Moraes determinou a retirada; Valdemar criticou Alcolumbre por não 'ter peito' para enfrentar a ordem — cenário que mistura afeto partidário e confrontos institucionais.

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O que está em jogo não é só um cargo: é a autonomia do Senado, a relação entre Legislativo e Judiciário e o risco de a retaliação virar ferramenta de governança. Quando obstrução vira resposta, a governabilidade e políticas públicas ficam em xeque.

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Narrativa dos bastidores: Valdemar, como líder do PL, exerce pressão para alinhar posicionamentos; Alcolumbre, presidente do Senado, precisa calibrar entre defender colegas e respeitar decisões judiciais. É um duelo de influência que revela concentração de poder dentro de siglas.

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Contexto rápido: Davi Alcolumbre (União-AP) virou alvo por suposta proximidade com decisões do STF; Marcos do Val está em licença de 120 dias; a disputa pela anistia aos atos de 8 de janeiro expõe limites e responsabilidades de cada poder. Estabilidade institucional afeta tudo — desde políticas sociais até investimentos.

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No fim, a cena é mais que uma ameaça: é um termômetro da fragilidade democrática quando liderança partidária prefere coação à negociação. A saída plausível passa pelo diálogo institucional, transparência e respeito às regras que protegem inclusão e justiça social.

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