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Resumo em 10 segundos

Orion realizou a queima translunar e saiu da órbita da Terra — um passo gigante pro retorno humano à Lua 🚀🌕

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Artemis II deixou a órbita da Terra e partiu rumo à Lua 🚀🧵 A cápsula Orion fez a queima de injeção translunar nesta quinta (3/4) — cerca de 6 minutos que colocaram a nave na rota lunar. É o momento-chave pra missão tripulada testar tudo antes do objetivo de levar humanos à Lua em 2028.

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Beleza, mas o que é essa tal de queima TLI? É o empurrão que tira a nave da órbita terrestre e a coloca numa trajetória direta pra Lua. A queima ajusta velocidade e direção; depois vem uma série de pequenas correções até o encontro lunar.

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Artemis II vai com tripulação e é essencial pra validar sistemas: suporte de vida, comunicações em espaço profundo, proteção contra radiação e a reentrada da Orion. Tudo tem que provar que funciona antes de pensarem em pousar de novo em 2028.

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Por que isso importa além do espetáculo? Essas missões validam tecnologia, protocolos de segurança e tornam possível pesquisa científica na Lua. Também abrem espaço pra parcerias internacionais e pra formar mais cientistas — com mais diversidade nas tripulações.

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Tem também o lado responsável: voltar à Lua pede cuidado ambiental e gestão dos recursos — evitar detritos, planejar uso sustentável e garantir condições dignas de trabalho pra quem constrói a missão. Espaço não precisa repetir os erros daqui da Terra.

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Um dado pra você: a distância média Terra–Lua é ~384.400 km — a Orion vai cruzar isso e a missão tripulada pode durar cerca de 10 dias entre ida, volta e testes. Cada etapa confirma se a cápsula está pronta pros próximos passos:

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Ver a Orion indo é meio poético: ciência, engenharia e políticas públicas juntas. Se quisermos um futuro lunar justo e sustentável, é hora de pensar em investimento público, cooperação e regras claras — pra tecnologia servir geral, não só alguns poucos.

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