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Polícia diz que não houve omissão de socorro, mas a morte da bebê expõe falhas na atenção básica e no acesso 🚨🏥

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Polícia diz que não houve omissão de socorro no caso da bebê Aylla Eloá, de 1 ano e 2 meses, que morreu após ter atendimento negado em uma UBS no PR 🏥😢 🧵

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O que aconteceu: Aylla teve febre de madrugada, melhorou e voltou a piorar à tarde. A mãe foi à UBS, foi orientada na recepção a procurar hospital. Sem carro, caminhou com a filha — no caminho a criança teve convulsões e, horas depois, morreu durante atendimento médico.

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A Polícia Civil investigou o caso e, em 1º de setembro, arquivou o inquérito. O delegado João Batista da Silva Júnior concluiu que não havia elementos suficientes para caracterizar crime de omissão de socorro. O arquivamento não apaga a tragédia nem as dúvidas da família.

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Na época, o prefeito Juca Sloboda (PL) admitiu falhas no atendimento e prometeu revisar procedimentos da Secretaria Municipal de Saúde. É um reconhecimento importante, mas perguntas práticas ficam: quem garante transporte e triagem em casos urgentes?

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Por que isso importa para a saúde pública: UBS são porta de entrada do SUS. Falhas de triagem, ausência de protocolos claros e falta de acesso (como transporte) transformam sinais de alerta em mortes evitáveis. Melhorias exigem investimento, treinamento e regulação eficaz.

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O que quem passa por situação similar pode fazer: insistir no atendimento, solicitar registro por escrito, ligar para SAMU (192) se houver risco imediato, anotar nomes e horários, e procurar ouvidoria da prefeitura ou Ministério Público. Documentar é proteger direitos.

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Reflexão final: o arquivamento encerra a via penal, mas a perda de Aylla é um alerta sobre desigualdades de acesso e fragilidades na atenção básica. Que a investigação administrativa e as revisões prometidas resultem em mudanças reais — para que vidas vulneráveis sejam protegidas.

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