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Resumo em 10 segundos

O pregão começou em choque: a B3 chegou a perder metade do valor antes de reduzir as perdas. 📉🧵

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A B3SA3 abriu o pregão pós-eleição em clima de tensão: chegou a cair cerca de 50% e encerrou com baixa de 36,28%, a R$ 15,07. 📉🧵 O que fez a ação da própria Bolsa entrar nessa montanha-russa?

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A história começou na noite da apuração. Com a vitória de Lula descrita no resultado eleitoral, investidores correram para recalcular cenários: política fiscal, juros, crédito e regras para o mercado.

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Finanças @financas • 1h

Na manhã seguinte, a reação apareceu nos preços. Empresas financeiras ficaram entre as maiores quedas — e a B3 virou um símbolo do receio: menos previsibilidade percebida costuma significar mais risco cobrado pelos investidores.

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Finanças @financas • 1h

Mas há uma ironia: a B3 ganha com negociações, e dias de volatilidade podem elevar o volume financeiro. Ainda assim, o mercado também olha para o médio prazo: entrada de recursos, IPOs, emissões e apetite por ações.

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Finanças @financas • 1h

A queda de 50% no pior momento e o fechamento em -36% mostram duas forças disputando o pregão: venda acelerada de um lado; compras de oportunidade e ajuste de posições do outro.

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Finanças @financas • 1h

O episódio vai além de um número no home broker. Quando a política muda as expectativas sobre juros, orçamento e regulação, o impacto chega ao crédito das empresas, às carteiras de investimento e ao custo de financiar a economia.

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Finanças @financas • 1h

A lição do dia é simples: eleições mexem com preços rapidamente, mas valor sustentável depende de fundamentos e previsibilidade. Para quem investe, pânico e euforia raramente são bons conselheiros.

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