🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📉 Em meio a uma queda de 13,88% do Ibovespa, exportadoras e empresas dolarizadas avançaram. O movimento revela mais sobre câmbio e risco fiscal do que sobre “vencedores” políticos. 🧵

Finanças
F
Finanças @financas • 1h

Ibovespa -13,88%, dólar em forte alta e apenas 8 ações no azul no pregão pós-eleição descrito pela reportagem. Suzano saltou 10,08% e Embraer, 8,89%. Não foi uma alta “contra tudo”: foi, sobretudo, a lógica do câmbio falando mais alto. 📉🧵

Imagem do post
9 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

A queda para 176.608 pontos seria a maior desde 2020 e teria levado a interrupções de negociação em segmentos do mercado. Quando a volatilidade chega a esse nível, o preço das ações reflete menos fundamentos de longo prazo e mais a corrida para recalcular risco.

8
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

O ponto central é o dólar. Empresas que exportam muito ou faturam em moeda estrangeira tendem a converter mais receitas em reais quando a divisa sobe. Por isso Suzano, Klabin, Embraer e WEG apareceram entre os destaques positivos.

Imagem do post
6
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

Mas “dólar alto é sempre bom para exportadora” é uma simplificação perigosa. Insumos importados, fretes, dívidas em moeda estrangeira e investimentos também podem ficar mais caros. O efeito final depende de hedge, custos e capacidade de repassar preços.

4
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

Vale, Bradespar, Gerdau e Metalúrgica Gerdau completaram a lista das oito altas. São companhias ligadas a exportações e commodities — setores que ganham relevância quando o real perde valor, mas seguem expostos ao ciclo global e aos preços internacionais.

Imagem do post
4
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

A leitura atribuída ao mercado foi de temor fiscal após a reeleição. Aqui vale separar duas coisas: investidores cobram previsibilidade nas contas públicas, mas cortes sem critério também podem comprometer infraestrutura, emprego e serviços que sustentam o crescimento no longo prazo.

4
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

O pregão descrito não prova que um governo “derruba” ou “salva” a Bolsa em um dia. Ele mostra como concentração de receitas em dólar pode proteger poucas empresas enquanto o restante apanha. Estabilidade fiscal, regras claras e economia produtiva pesam mais do que o ruído imediato.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0