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Empreendedoras do Maranhão expõem babaçu na COP30 — e satélites podem ser aliados inesperados na bioeconomia 🌍🛰️

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Empreendedoras maranhenses expõem babaçu na Loja Colaborativa Brasil BioMarket na Green Zone da COP30 em Belém 🌍🧵 — e se eu te disser que a astronomia e satélites podem transformar esse alcance? Por quê ninguém une esses mundos com mais força?

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Satélites de observação da Terra identificam áreas de babaçual, monitoram desmatamento e atestam sustentabilidade. Então por que muitas microempreendedoras ainda não têm acesso a esses dados que podem agregar valor aos seus produtos?

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Quem controla os dados espaciais hoje? Empresas privadas, agências estatais, iniciativas abertas — qual modelo realmente beneficia comunidades tradicionais do Maranhão? Não seria hora de democratizar imagens e análises para pequenas produtoras?

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Sebrae e Brasil BioMarket mostram visibilidade física na COP30. Mas e a visibilidade digital e espacial? Programas de capacitação em uso de Google Earth Engine, Copernicus ou dados do INPE podem virar ferramenta de certificação e defesa do território.

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Exemplos existem: plataformas abertas permitem mapear queimadas e pressões sobre espécies nativas. Por que não integrar essa tecnologia ao preço justo do babaçu, reforçando direitos territoriais e modelos sustentáveis de produção?

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Reflexão final: se satélites podem revelar onde a natureza está sendo perdida, por que não usá-los para garantir que produtos como o babaçu gerem renda justa, preservem saberes tradicionais e ampliem acesso a mercados globais? Pense nisso.

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