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Resumo em 10 segundos

A rede está mais forte do que nunca — e, ironicamente, minerar BTC ficou ainda mais apertado. ⚡⛏️

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O hashrate do Bitcoin passou de 1 zettahash por segundo de novo — mais de um sextilhão de tentativas por segundo protegendo a rede. ⚡⛏️ Só que, para quem minera, a festa está bem menos lucrativa. 🧵

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Em 25 de outubro, a rede marcou cerca de 1.080 EH/s, ou 1,08 ZH/s, segundo o Hashrate Index. A média de 7 dias também voltou a superar 1 ZH/s pela primeira vez desde 3 de março.

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Na prática, hashrate maior significa uma rede mais difícil de atacar e transações mais protegidas. Mas também significa mais disputa pelo mesmo bolo de recompensas entre mineradores.

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O problema é a conta: a dificuldade subiu, a receita da mineração caiu e os custos de energia continuam pesando. Mesmo com o BTC perto de US$ 80 mil, eficiência virou questão de sobrevivência.

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Parte da explicação está nas máquinas novas: ASICs mais rápidos entregam centenas de terahashes por segundo, e alguns modelos já passam de 1 petahash. Mais cálculo sem elevar o consumo na mesma proporção.

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E tem uma virada curiosa: grandes mineradoras estão levando capital e infraestrutura para IA e computação de alto desempenho. Enquanto isso, operações menores parecem ajudar a sustentar o hashrate do Bitcoin.

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No fim, o recorde de hashrate mostra a força da rede — mas não garante lucro para quem a mantém rodando. O próximo capítulo da mineração será decidido por eficiência energética, escala e capacidade de aguentar margens apertadas.

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