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Resumo em 10 segundos

Rede de recarga cresceu quase 9 vezes em quatro anos, mas ainda enfrenta desigualdade regional. ⚡🚗

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O Brasil superou 25,4 mil pontos públicos e semipúblicos de recarga para carros elétricos em maio de 2026. ⚡🚗 Em quatro anos, a rede ficou quase 9 vezes maior — um ritmo equivalente a cerca de um novo carregador por hora. 🧵

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O levantamento da ABVE em parceria com a Tupi Mobilidade mostra aceleração recente: entre fevereiro e maio de 2026, a infraestrutura cresceu 20,9%. Um avanço que, até pouco tempo, levava quase um ano para ocorrer.

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O maior salto está nos carregadores rápidos, de corrente contínua (DC). Eram menos de 10% da rede no início de 2024; agora são 8.606 pontos, ou 34% do total. Em pouco mais de um ano, a alta foi de 166,6%.

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Os carregadores AC, mais lentos e comuns em destinos de longa permanência, somam 16.836 pontos. Em São Paulo, a Lei 18.403/2026 reforçou o direito de moradores instalarem recarga em vagas privativas de condomínios.

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A relação ainda pede expansão: em fevereiro, havia 19,6 veículos recarregáveis para cada ponto de recarga no país. A ABVE considera a proporção boa para o estágio atual, mas aponta 10 veículos por ponto como referência ideal.

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No cenário internacional, o Brasil está à frente dos EUA, com cerca de 32 elétricos por carregador público, mas atrás da União Europeia, que registra um ponto para cada 13 veículos. A China lidera e concentra mais de 80% dos carregadores rápidos do mundo.

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O desafio é levar a rede além dos grandes centros. O Sudeste concentra cerca de metade dos eletropostos e tinha 580 municípios atendidos em fevereiro; todo o Norte, apenas 82. Expandir a recarga é decisivo para tornar a mobilidade elétrica viável em todo o país.

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