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Resumo em 10 segundos

⚡ A primeira quinzena de agosto redesenhou o ranking automotivo: BYD ficou em 3º e as chinesas alcançaram 1 em cada 4 vendas no Brasil.

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A BYD abriu 2.164 emplacamentos de vantagem sobre a GM na 1ª quinzena de agosto de 2026 e assumiu o 3º lugar entre as marcas no Brasil. No mesmo período, fabricantes chinesas chegaram a 25% das vendas totais. ⚡🧵

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Foram 11.842 licenciamentos da BYD na parcial, ante 9.678 da General Motors/Chevrolet. A diferença mostra uma mudança relevante em um mercado que, por anos, teve Fiat, Volkswagen e Chevrolet como presenças quase fixas no topo.

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O resultado da BYD foi puxado por três frentes: o hatch elétrico Dolphin Mini, o sedã híbrido King e os SUVs Song Plus. São modelos que combinam eletrificação, equipamentos de série e preços competitivos em suas categorias.

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A fatia de 25% das marcas chinesas não depende só da BYD. GWM, com o Haval H6, e Geely, com sua linha de elétricos EX, ajudam a sustentar o avanço. Na prática, 1 em cada 4 carros vendidos no país já veio de fabricantes chinesas.

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A procura por elétricos e híbridos ganha força com menor custo por quilômetro, incentivos locais — como isenção de rodízio e descontos de IPVA em algumas cidades e estados — e uma rede de concessionárias mais ampla. Pós-venda e peças seguem decisivos para manter essa confiança.

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O dado quinzenal não encerra a disputa do mês, mas registra uma virada de escala: eletrificação, produção local e concorrência de preços estão alterando o acesso a tecnologias antes restritas a segmentos mais caros. O ranking brasileiro já não é o mesmo.

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