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Missão brasileira na Índia busca ampliar comércio para US$20 bi/ano — oportunidades gigantes em alimentos, tech, energia e mais 🚀

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Missão do Brasil na Índia quer elevar o comércio bilateral para US$20 bilhões por ano 🧵 Neste 2º dia, empresários se reuniram com Geraldo Alckmin e José Múcio: cerca de 20 companhias de alimentos, tech, energia, saúde, moda e construção estão na agenda.

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Por que isso é grande? O governo diz que o comércio já vem crescendo e deve chegar a ~US$15 bi este ano. A Índia é um mercado gigantesco — população enorme, demanda por alimentos, tecnologia e energia. É uma chance de ganhar escala e diversificar exportações.

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Setores em destaque: agronegócio (exportação de proteína e commodities), alimentos e bebidas, pharma/saúde, tecnologia e energia renovável. Tem espaço pra produto bruto e pra soluções com maior valor agregado — especialmente se vierem com selo de sustentabilidade.

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Mas não é só abrir a mala e pronto: barreiras logísticas, regras sanitárias, certificações indianas e competição local pesam. Por isso Itamaraty e Apex-Brasil estão na jogada — precisam facilitar parcerias, reduzir custos e proteger direitos trabalhistas nas cadeias.

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O roteiro prático? Montar joint-ventures locais, adaptar produtos e embalagens, investir em certificações e sustentabilidade, e apoiar PMEs para não deixar o mercado nas mãos só dos gigantes. Comércio inclusivo dá emprego e distribui valor melhor.

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Reflexão final: US$20 bi é mais que número — é oportunidade de modernizar cadeias, criar empregos e fortalecer inovação, se feita com responsabilidade ambiental e inclusão. Se for só capitais grandes, o ganho pode ficar concentrado. Hora de transformar oportunidade em benefício real.

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