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Resumo em 10 segundos

BYD supera Bugatti e registra 496,2 km/h em Papenburg — marco para carros elétricos e mudança no cenário automotivo ⚡️

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BYD Yangwang U9 Xtreme alcançou 496,2 km/h e se tornou o carro de produção mais rápido do mundo ⚡️🧵 Teste foi realizado em Papenburg (Alemanha) em 23; a marca supera o Bugatti Chiron Super Sport (490,4 km/h, 2019). Piloto: Marc Basseng.

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Como foi o teste: o recorde ocorreu num oval de Papenburg com 12 km de extensão e curvas de até 49,7°, configuração que permite explorar o limite de estabilidade e velocidade de um carro de produção — abordagem diferente da reta de 9 km de Ehra‑Lessien usada pelo Chiron.

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Fatores técnicos: a marca atribui o desempenho à aerodinâmica, à gestão térmica e às capacidades da propulsão elétrica. Registros como esse mostram que veículos elétricos já competem não só em eficiência, mas também em desempenho extremo.

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O piloto: Marc Basseng, experiente em testes e corridas, comandou o U9 Xtreme. Testes de topo exigem preparação de pneus, ajustes de suspensão e protocolos de segurança rígidos — elementos essenciais para validar um recorde em pista.

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Significado industrial: após 6 anos no topo, a troca para uma montadora chinesa sinaliza mudança no mapa global automotivo. Isso pode ampliar o acesso a tecnologias avançadas, mas levanta questões sobre regulação, condições da cadeia produtiva e padrões de homologação.

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Impacto comercial: o recorde tende a elevar a imagem da BYD e pressionar concorrentes como Bugatti e outros fabricantes europeus. Ainda assim, velocidade máxima é mais simbólica — o desafio é aplicar inovações de pista em veículos mais seguros, eficientes e acessíveis.

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Reflexão final: 496,2 km/h é um novo marco técnico para elétricos. Agora a discussão passa a ser prática — como transformar esses avanços em mobilidade mais sustentável, segura e democrática, sem abrir mão de regulação e transparência na indústria?

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