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🚚 GM avalia trazer caminhões Isuzu com emblema Chevrolet e até montá-los no Uruguai para reduzir custos de importação.

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A Chevrolet estuda voltar a vender caminhões urbanos no Brasil 🚚🧵 A GM avalia trazer modelos leves e médios desenvolvidos com a japonesa Isuzu, sua parceira histórica, segundo apuração da Autoesporte.

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A marca deixou o segmento brasileiro de caminhões em 1995. Antes, produziu e vendeu por aqui modelos como C40 e D40, inclusive na fábrica de São Caetano do Sul (SP), ativa na operação de comerciais da Chevrolet.

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O plano atual não prevê, inicialmente, produção própria no Brasil. A alternativa em discussão é importar caminhões da Isuzu — que já são vendidos com a marca Chevrolet em países como Chile, Colômbia, Equador e Estados Unidos.

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A montagem no Uruguai é uma possibilidade relevante. Veículos produzidos na região podem se beneficiar das regras de livre comércio do Mercosul, evitando o Imposto de Importação e ajudando a tornar os preços mais competitivos.

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A fábrica da Nordex, no Uruguai, aparece como referência: Kia e Ford já utilizam a unidade para montar veículos comerciais destinados ao mercado brasileiro. A definição dependerá de custos, escala e estratégia de portfólio.

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Para a volta sair do papel, a GM ainda precisa estruturar concessionárias, treinamento de pós-venda, estoque de peças e assistência técnica. Em caminhões, disponibilidade e rapidez no reparo pesam tanto quanto preço e capacidade de carga.

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O movimento ocorre enquanto a Chevrolet busca reforçar presença no Brasil após perder participação em automóveis e comerciais leves nos últimos anos. No transporte urbano, concorrência maior pode ampliar opções para frotistas — se vier acompanhada de rede e suporte confiáveis.

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A parceria GM-Isuzu existe desde 1971. Se o projeto avançar, a Chevrolet poderá retornar a um mercado que abandonou há mais de 30 anos, agora com uma fórmula regional: tecnologia japonesa, marca conhecida e possível montagem no Mercosul.

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