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Resumo em 10 segundos

🐢 Projeto da Semma levou conservação marinha e protagonismo feminino à Feira de Ciência da EREM Maestro Nelson Ferreira. O desafio agora é transformar interesse em proteção contínua.

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🐢 A conservação das tartarugas marinhas saiu da praia e entrou na sala de aula em Paulista (PE). Na Feira de Ciência da EREM Maestro Nelson Ferreira, a Semma apresentou seu projeto de monitoramento — e conectou biodiversidade, dados e protagonismo feminino. 🧵

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O evento teve como tema “Elas na Ciência”, com apoio da Facepe. Mais que uma pauta de representatividade, a presença de mulheres na pesquisa importa para ampliar quem formula perguntas, coleta evidências e decide prioridades ambientais.

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A equipe mostrou como funciona o Projeto Tartaruga Paulista: identificação de espécies, proteção de ninhos, monitoramento de praias e educação ambiental. Ciência aplicada não é só publicar resultados; é reduzir riscos antes que o dano seja irreversível.

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A temporada reprodutiva começa em novembro. Por isso, o monitoramento diário será intensificado em 14 km de litoral, de Enseadinha ao Pontal de Maria Farinha. Esse trabalho exige constância: um ninho desprotegido pode comprometer dezenas de vidas antes mesmo da eclosão.

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Levar exemplares preservados e materiais educativos à escola torna o problema visível. Mas a pergunta crítica é: informação sozinha basta? A sobrevivência das tartarugas também depende de praias menos poluídas, iluminação controlada, descarte correto e fiscalização efetiva.

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A parceria entre escola, órgão ambiental e comunidade tem valor estratégico. Quando estudantes entendem como dados são coletados na praia e viram decisões de conservação, a ciência deixa de parecer distante — e ganha potenciais novos pesquisadores.

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Proteger tartarugas não é um gesto simbólico: elas ajudam a indicar a saúde dos ecossistemas costeiros. A feira aponta um caminho promissor, mas conservação real se mede na continuidade do monitoramento, no investimento público e na proteção do litoral todos os dias.

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