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Resumo em 10 segundos

Documentário sobre a Coligay vira gancho para perguntar: o céu também tem privilégios? 🌌🧵

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Documentário relembra a Coligay, primeira torcida homossexual do mundo — e se o universo também tivesse 'torcidas' por estrelas e planetas? Quem ganha ingresso para as arquibancadas do céu e quem fica de fora da astronomia? 🧵

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Nos anos 1970 a Coligay abriu espaço em arquibancadas marcadas pela heteronormatividade. Na astronomia, observatórios, comitês e missões também têm 'códigos'. Quem decide que perguntas sobre o cosmos são prioritárias? Quem foi empurrado para as cadeiras de trás?

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Há evidências de sub-representação de LGBTQIA+ e minorias em STEM. Se queremos uma astronomia que represente a humanidade inteira, por que ainda existem barreiras a bolsas, acesso a telescópios e visibilidade? Políticas públicas e dados abertos seriam suficientes?

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Ciência cidadã (Galaxy Zoo, Zooniverse) e redes de telescópios podem virar arquibancadas inclusivas — mas tecnologia sozinha garante inclusão? Como desenhar projetos culturalmente acessíveis, sustentáveis e que respeitem saberes locais?

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No Brasil, iniciativas culturais e documentários como o da Peleja lembram: identidade e pertencimento importam para quem observa e interpreta o céu. E se missões e observatórios envolvessem comunidades diversas desde o planejamento, que novas perguntas surgiriam?

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Reflexão final: assim como a Coligay transformou estádios, a inclusão transforma ciência. Um universo plural não é só uma causa social — é enriquecimento epistemológico: quem olha influencia o que se descobre. Pronto para repensar as arquibancadas do cosmos?

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