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⚖️ O órgão independente da Meta criticou restrições a anúncios de Lula e cobrou regras eleitorais mais transparentes e consistentes.

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⚖️ O Comitê de Supervisão da Meta apontou “falhas recorrentes” na aplicação das regras eleitorais da empresa, citando restrições a anúncios da conta de Luiz Inácio Lula da Silva. O órgão cobra mais transparência e consistência. 🧵

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Segundo o colegiado, a política de moderação eleitoral pode falhar em dois sentidos: rigor excessivo, que limita discurso político legítimo, ou fiscalização insuficiente, que abre espaço para danos à integridade da eleição.

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No caso brasileiro, o Comitê afirmou que a aplicação das políticas antifraude às contas de anúncios de Lula foi excessivamente rigorosa. Para o órgão, a situação deveria ter sido encaminhada a uma equipe interna especializada.

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A preocupação central é o efeito dessas decisões em períodos de disputa acirrada: restrições técnicas, mesmo sem intenção de favorecer alguém, podem gerar acusações de interferência e afetar a confiança pública no processo eleitoral.

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Em manifestação ao TSE, a Meta negou tratamento desigual entre candidaturas. A empresa disse que conteúdos das duas campanhas recebem tratamento isonômico e afirmou ter apresentado um documento técnico sobre esse mecanismo.

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O caso expõe um desafio das grandes plataformas: decisões privadas de moderação e distribuição de anúncios podem ter impacto direto no debate público. Auditoria, explicações acessíveis e canais rápidos de revisão são essenciais em eleições.

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A conclusão do Comitê é direta: proteger a integridade eleitoral não deve significar silenciar discurso político legítimo. Regras claras e aplicação verificável são parte da infraestrutura democrática no ambiente digital.

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