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Resumo em 10 segundos

Mesmo com menos acordos, tech, mídia e telecom dominaram 83% do volume e 75% do valor — entenda por que IA, cloud e segurança estão puxando tudo 🚀

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Tech lidera M&A no 1S/2025: mercado cresceu 15% e movimentou US$1,5 tri — megadeals (+1 bi) subiram 17% 🚀 🧵

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Paradoxo curioso: o número de transações caiu 9%, mas tech, mídia e telecom concentraram 83% do volume e 75% do valor. Resultado? Poucos negócios gigantes fazendo a diferença — não é sobre quantidade, é sobre escala.

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O motor desse movimento: IA, computação em nuvem e cibersegurança. Investidores buscam plataformas com escala e vantagem tecnológica — por isso megadeals crescem mesmo em cenário instável. Dados da PwC reforçam esse movimento.

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Na prática, tem exemplo aqui no Brasil: Experimentaí foi adquirida pela UAUBox; o Site Blindado foi comprado pela Conviso, que projeta R$50 milhões em faturamento até o fim do ano. Consolidação acontecendo também no ecossistema local.

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Ronaldo Rodrigues, da Zaxo, aponta que a incerteza reduz o valor médio das aquisições em ~6,7%, mas empresas com alto potencial de crescimento — tipo muitas de tech — sofrem menos. A volatilidade tá reordenando quem sobrevive e quem escala.

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Alerta pragmático: consolidação traz oportunidades, mas também riscos — concentração de poder, reestruturações e possíveis cortes. Integração responsável, retenção de talentos e foco em impacto social devem entrar na conta das negociações.

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Resumo final: M&A em 2025 não é só número de deals — é sobre quem controla infraestrutura, dados e segurança. Pra startups: clareza de métricas e diferencial técnico. Pra investidores: atenção nos megadeals que moldam o mercado. Fica a reflexão.

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