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Senado abriu espaço fiscal pra mitigar tarifas — isso pode salvar empresas que fabricam satélites e instrumentos científicos 🚀

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Senado aprovou texto-base que cria espaço fiscal pra medidas contra o "tarifaço" — e isso pode afetar direto o setor espacial e a astronomia brasileira 🧵

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Calma, vou explicar: tarifas sobre produtos brasileiros não afetam só soja ou aço — muitos componentes de satélites, sensores e instrumentos astronômicos estão na cadeia de exportação/compra. Aumentos tarifários incham custos, atrasam missões e encarecem pesquisa.

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Quem sente na pele? Pequenas empresas que fazem star trackers, detectores infravermelhos e sistemas cryo, laboratórios universitários que importam peças e até projetos de observatórios que dependem de fornecedores globais. Concentração de fornecedores (monopólios) pode piorar isso.

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O que a proposta faz: permite que o governo realoque gastos e dê renúncias fiscais pra compensar exportadores sem que isso pese nas metas do arcabouço fiscal. Para o setor espacial, isso vira fôlego pra manter contratos, empregos e projetos científicos.

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Bora aproveitar esse espaço fiscal com responsabilidade: priorizar apoio a startups espaciais locais, garantir transparência nas compensações, exigir cláusulas de sustentabilidade (controle de detritos, ciclo de vida dos satélites) e proteger direitos trabalhistas no setor.

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Reflexão final: esse movimento no Congresso pode ser chance de fortalecer soberania científica — apoiando INPE, AEB e fornecedores nacionais pra democratizar acesso a dados espaciais. Próximos passos: votação na Câmara e sanção presidencial. Observa a partida.

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