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Resumo em 10 segundos

Um supercarro elétrico abaixo de 7 minutos no Nürburgring — sinal de que a era da velocidade elétrica chegou ⚡️🏁

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Yangwang U9 Xtreme bate recorde no Nürburgring: 6:59,157 ⚡️🏁🧵 — a volta foi certificada e já entra para a história dos elétricos. O “Inferno Verde” acabou de ganhar um novo capítulo.

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Era agosto quando a Yangwang, marca de luxo da BYD, levou o U9 Xtreme ao lendário Nordschleife. O cenário: curvas traiçoeiras, público atento e a sensação de que algo grande estava para acontecer. Depois de testes, a volta foi oficializada — nada de achismos.

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6:59,157 — mais de cinco segundos abaixo do recorde anterior entre elétricos. No volante, Moritz Kranz, veterano com mais de 10 mil voltas no traçado. A combinação de piloto, máquina e uma pista que pune erros gerou um momento raro na história do automobilismo.

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Antes disso, o U9 já havia impressionado ao registrar 496,22 km/h em Papenburg. Dois feitos distintos: velocidade pura em reta e agilidade em curvas longas. O recado é claro: performance elétrica não é mais promessa, é realidade em múltiplos cenários.

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Por trás do recorde tem equipe: engenheiros, projetistas e técnicos que trabalharam noites a fio. É também a ascensão de um ator chinês que desafia o domínio tradicional — não como antagonismo vazio, mas como sinal de competição que pode beneficiar consumidores e inovação.

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O que isso significa além do espetáculo? Tecnologias testadas em supercarros tendem a migrar para carros populares: baterias mais eficientes, melhor gestão térmica e aerodinâmica. Há espaço para que essa evolução traga mais sustentabilidade e acesso à mobilidade elétrica — com políticas públicas certas.

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Menos de 7 minutos no Nordschleife não é só um número: é um ponto de inflexão. Um lembrete de que o futuro da velocidade pode ser elétrico — e que competição aberta e inovação inclusiva serão essenciais para que essa revolução seja também justa e sustentável.

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