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Resumo em 10 segundos

Quando 'LIV' vira 54 nos prontuários, a saúde pública encontra um problema humano e técnico 😳🧵

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Em Florianópolis: uma menina de 3 anos chamada Liv aparece como “54” no sistema da UPA 😳🧵 — o erro chamou atenção e expõe um problema de tecnologia que afeta identidade e cuidado na saúde.

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A história começa com Tuane Martins, projetista de móveis, dando o nome Liv à quinta filha. Só que, sempre que a família entra em um novo sistema eletrônico, o nome some e surge o número 54. A mãe ficou surpresa — e preocupada com o prontuário da menina.

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Por quê? A explicação técnica é curiosa e simples: IA ou regras do sistema interpretaram as letras L I V como numerais romanos (L = 50, IV = 4) e transformaram o nome em 54. Um detalhe do processamento virou um problema no mundo real da saúde.

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Isso não é só anedota. Erros assim podem fragmentar históricos, confundir vacinas, impedir acesso a registros corretos e gerar riscos na continuidade do cuidado. Nomes são dados de saúde essenciais — e precisam ser tratados com precisão.

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Além da correção pontual, há uma lição maior: sistemas de saúde devem ser testados com diversidade de nomes, ter validação humana e permitir correção manual fácil. É também sobre garantia de acesso e respeito à identidade de cada paciente.

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Pequeno erro, grande sinal: tecnologia na saúde só funciona se for inclusiva e fiscalizada. Garantir que um sistema não apague nomes é garantir segurança do paciente e dignidade. Um lembrete de que digitalizar não significa descuidar.

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