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Resumo em 10 segundos

🚌 Um pedido de CPI quer investigar se Prefeitura, SPTrans e concessionárias cumpriram a frota exigida no 2º turno — e o que isso diz sobre o direito de votar.

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🚌 Um pedido de CPI na Câmara de SP quer investigar a operação dos ônibus no 2º turno das eleições. Segundo o requerimento do vereador Hélio Rodrigues (PT), mais de 28% da frota teria ficado recolhida — apesar de ordem para operação regular. 🧵

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O foco não é só o atraso no ponto: é saber se Prefeitura, SPTrans e empresas concessionárias cumpriram o dever de manter transporte compatível com um dia útil, como exigiam a Justiça Eleitoral e a norma citada no pedido.

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A acusação central é objetiva: havia determinação da 1ª Zona Eleitoral para executar um plano com 100% da frota regular. Dados telemáticos e auditorias, segundo o requerimento, apontariam frota bem abaixo disso. É o tipo de divergência que precisa de dados abertos, não de versões.

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Quando linhas falham num dia de votação, o impacto não é igual para todo mundo. Quem depende exclusivamente do ônibus — sobretudo moradores de bairros distantes e trabalhadores com jornada rígida — tem menos margem para enfrentar espera, lotação e trajetos extras.

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A CPI proposta teria 120 dias, com possibilidade de prorrogação, e sete integrantes. A pergunta relevante vai além de “faltou ônibus?”: houve falha de fiscalização, decisão operacional inadequada ou descumprimento contratual pelas concessionárias? Cada hipótese exige responsabilização diferente.

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Transporte público é infraestrutura democrática: não basta existir no contrato; precisa funcionar quando a população mais precisa dele. Se a investigação avançar, o resultado mais útil será transformar telemetria, fiscalização e punições em prevenção — antes da próxima eleição.

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