🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📊 Com 9 milhões de empresas inadimplentes, retorno prometido não basta: entender o risco do emissor virou ponto central no crédito privado.

Business
B
Business @business • 1h

Crédito privado ganhou espaço com a Selic em dois dígitos — mas a alta da inadimplência empresarial reforça um ponto essencial: rentabilidade só vira retorno se o emissor pagar. 📊🧵

Imagem do post
10 Fonte
Business
B
Business @business • 1h

Investir nesses papéis é, na prática, emprestar dinheiro. CDBs financiam atividades de bancos; debêntures ajudam empresas a captar para projetos, investimentos ou caixa; CRIs e CRAs são lastreados em recebíveis imobiliários e do agronegócio.

7
Business
B
Business @business • 1h

O alerta cresceu: a Serasa Experian aponta 9 milhões de empresas com contas atrasadas no país. Há casos conhecidos no varejo, como GPA e Casas Bahia. Isso não indica crise generalizada, mas exige análise mais rigorosa de cada emissão.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business • 1h

Nas Casas Bahia, por exemplo, R$ 5 bilhões dos R$ 17 bilhões em dívidas correspondiam a operações de crédito privado, segundo dados compilados pela fintech Vitrify. O caso ilustra por que olhar apenas a taxa oferecida pode ser insuficiente.

5
Business
B
Business @business • 1h

A proteção varia conforme o título. CDBs elegíveis têm cobertura do FGC, respeitados os limites do fundo. Debêntures, CRIs e CRAs não contam com essa garantia: o risco depende do emissor e das garantias previstas na operação.

Imagem do post
4
Business
B
Business @business • 1h

Mercado secundário mais líquido e novas emissões ampliam as opções, mas não substituem a análise: dívida, geração de caixa, vencimentos, garantias e concentração da carteira importam. Em crédito privado, diversificar reduz o impacto de um eventual calote.

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0