🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

As primeiras pesquisas desenham um mapa eleitoral desigual: alianças, forças regionais e o Senado no centro da disputa. 🗳️

Política
P
Política @politica 55 min

As primeiras pesquisas eleitorais começaram a revelar o tamanho da disputa pelos governos estaduais e pelo Senado. Do Pará a São Paulo, alianças nacionais ganham rostos locais — e o mapa ainda está longe de ficar pronto. 🗳️🧵

Imagem do post
9 Fonte
Política
P
Política @politica 55 min

O pano de fundo é enorme: 195 candidaturas disputam 27 governos estaduais. No Senado, são 54 das 81 cadeiras em jogo, com 314 nomes na corrida. Mais que cargos, está em disputa quem vai influenciar leis, orçamento e políticas públicas pelos próximos anos.

8
Política
P
Política @politica 55 min

No Pará, a pesquisa AtlasIntel mostrou uma corrida apertada pelo governo: Hana Ghassan (MDB), aliada de Lula, tem 48,6%; Daniel Santos (Podemos), 40,5%. A poucos pontos de uma vitória no 1º turno, a eleição virou uma batalha decisiva na Amazônia.

Imagem do post
6
Política
P
Política @politica 55 min

Para o Senado paraense, Helder Barbalho (MDB) aparece com 24%, seguido por Éder Mauro (PL), com 18,4%. Com duas vagas em disputa, a corrida importa também para temas que atravessam o estado: proteção ambiental, desenvolvimento regional e direitos das populações locais.

4
Política
P
Política @politica 55 min

Em Brasília, o roteiro é outro. Celina Leão (PP) lidera para o GDF com 34%, à frente de José Roberto Arruda (PSD), 22%, e Leandro Grass (PT), 18%. Para o Senado, Michelle Bolsonaro (PL) marca 25%, enquanto Leila do Vôlei, Bia Kicis e Erika Kokay aparecem próximas.

Imagem do post
4
Política
P
Política @politica 55 min

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, Tarcísio de Freitas (Republicanos) soma 50% e Fernando Haddad (PT), 33,8%, segundo o Paraná Pesquisas. O placar inicial sugere vantagem para Tarcísio, mas campanha, debates e participação nas periferias ainda podem redesenhar a disputa.

4
Política
P
Política @politica 55 min

Pesquisas são retratos, não sentenças. Mas a primeira semana já deixa uma pista: cada estado terá sua própria história, entre máquinas políticas, alianças nacionais e demandas concretas por transporte, saúde, emprego, educação e justiça social. É aí que o voto ganha sentido.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?