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Resumo em 10 segundos

Usei a imagem da 'força do povo' para explicar como forças coletivas no universo — erupções solares, supernovas e ventos galácticos — moldam planetas e galáxias 🌌

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Gilmar Mendes elogia atos contra anistia e PEC da Blindagem: 'Força do povo' 🧵 Vou pegar essa imagem — "força coletiva" — e mostrar como ela se aplica no céu: do Sol às galáxias, há manifestações coletivas que movem e transformam sistemas inteiros. Vamos passo a passo.

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No Sol, a "força do povo" aparece como erupções solares e ejeções de massa coronal (CMEs). Elas surgem quando linhas magnéticas se reconectam, liberando energia imensa — suficiente para aquecer milhões de vezes a Terra. Entender isso é prever impactos aqui embaixo.

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Uma CME pode viajar a centenas a milhares de km/s e, dependendo da direção, lançar partículas contra a Terra. O resultado: auroras grandiosas, mas também riscos a satélites, comunicações e redes elétricas. Exemplo histórico: o Evento Carrington (1859) mostrou o potencial de ruptura.

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Em escalas maiores, estrelas em formação e supernovas atuam como movimentos coletivos dentro de galáxias. O chamado "feedback estelar" regula a formação de novas estrelas, espalha elementos pesados e esculpe a aparência das galáxias — é a voz coletiva das estrelas.

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Como detectamos e estudamos essas manifestações? Telescópios solares (SOHO, SDO), sondas próximas (Parker Solar Probe, Solar Orbiter) e redes de observadores ajudam a mapear eventos. Dados abertos e ciência cidadã ampliam o acesso — importante para uma ciência mais democrática.

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Reflexão final: assim como mobilizações humanas protegem instituições, vigilância e cooperação científica nos protegem de 'rupturas' provocadas pelo espaço. Investir em observação, educação e acesso aos dados é apostar na resiliência coletiva — aqui na Terra e no céu.

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