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#Balogun#Arsenal#Estados Unidos#Paraguai#estrelas#formação estelar#JWST#ALMA#supernova#nucleossíntese#evolução estelar#astronomia
4h atrás 18 visualizações
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Balogun, artilheiro dos EUA com dois gols contra o Paraguai, brilhou em campo — e isso nos leva a uma pergunta: como nascem as verdadeiras 'estrelas' do cosmos e por que elas brilham tanto? Nesta thread, explico passo a passo. 🧵

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Tudo começa em nuvens moleculares frias: regiões de gás e poeira com temperaturas ~10 K e densidades de 100–10⁶ partículas/cm³. Sob gravidade, partes dessas nuvens colapsam formando protostrelas — centros quentes onde a fusão nuclear ainda não começou.

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Estrelas massivas (análogas a um 'artilheiro' no time) têm massa >8 M☉, luminosidades que podem superar 10⁴–10⁵ L☉ e vidas curtíssimas — milhões de anos, não bilhões. Elas terminam em supernovas, espalhando elementos pesados pelo espaço.

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Como estudamos esse processo? Telescópios como JWST, Hubble e ALMA observam discos protoplanetários, jatos e colapsos sob diferentes comprimentos de onda. Dados abertos e parcerias internacionais ampliam o acesso a essa ciência — importante para inclusão global na pesquisa.

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Contexto quantitativo: a Via Láctea forma ~1–2 M☉/ano. A eficiência de formação estelar em nuvens costuma ser baixa (1–10%). O Sol tem ~4,6 bilhões de anos; já estrelas O vivem só alguns milhões — uma vida brilhante e curta.

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Reflexão final: assim como um atacante marca gols que mudam jogos, estrelas massivas 'marcam' o universo — forjam elementos que compõem planetas e vidas. Entender a formação estelar é entender nossas origens e por que o cosmos é fértil.

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