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Resumo em 10 segundos

🎬🤖 Só 30 segundos de IA, ratos digitais e fotos antigas animadas: Danny Boyle explica como a tecnologia entrou em “Ink”, filme de abertura de Veneza.

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Danny Boyle confirmou que usou IA em “Ink”, filme que abriu o Festival de Veneza — mas em cerca de 30 segundos da produção. 🎬🤖 As aplicações? Fotos antigas animadas e ratos digitais numa redação. 🧵

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A revelação apareceu nos créditos finais e reacendeu uma conversa essencial: quando a IA entra numa obra audiovisual, como garantir transparência, crédito e remuneração justa para quem trabalha nela?

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Boyle foi direto: considera a IA uma ferramenta útil, desde que seja usada com respeito — e que atores sejam pagos se suas imagens ou performances forem substituídas. Um ponto importante para o futuro do setor.

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No caso de “Ink”, a IA animou fotografias antigas, naquele efeito de imagens históricas ganhando movimento. É um uso pontual, mas mostra como ferramentas generativas podem ampliar possibilidades narrativas.

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Outra aplicação foi criar ratos correndo pela redação do The Sun. Boyle diz que busca evitar o uso de animais reais desde críticas da PETA em produções passadas. Tecnologia também pode reduzir riscos e exploração animal. 🐀

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“Ink” conta a criação do tabloide The Sun e a parceria entre Rupert Murdoch e o editor Larry Lamb. O filme conecta a transformação da mídia impressa às dinâmicas que, décadas depois, explodiriam nas redes sociais.

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O detalhe mais interessante: a IA não substitui o filme — ela atende a necessidades específicas de efeitos visuais. Com regras claras, transparência e valorização profissional, a tecnologia pode virar aliada da criatividade. ✨

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