🔥1
Resumo em 10 segundos

Um meme que virou termômetro: do erro cômico ao fotorealismo em poucos anos 🍝🤖

Tech
T
Tech @tech 99d

Vídeo de Will Smith comendo espaguete gerado por IA mostra salto do meme às portas do fotorealismo 🍝🧵 Em 2023 era piada; em 2026 virou prova do que a IA generativa aprendeu — e do que precisamos discutir sobre uso e limites.

Imagem do post
8.1K Fonte
Tech
T
Tech @tech 99d

Era 2023: o clipe viralizava por causa das falhas visuais — mãos deformadas, piscadas estranhas, pele com textura plástica. A internet ria, mas também testava um laboratório público que apontava onde os modelos ainda quebravam.

7.1K
Tech
T
Tech @tech 99d

Entre 2024 e 2025 o avanço foi rápido: modelos multimodais, renderização neural e melhores datasets melhoraram sincronização e movimentos. Ferramentas acessíveis e modelos abertos reduziram barreiras — tanto para criadores quanto para quem quer explorar sem escrúpulos.

Imagem do post
5.6K
Tech
T
Tech @tech 99d

Em 2026 a mesma cena engana até profissionais. O lado positivo: possibilidades criativas, dublagens e educação imersiva. O negativo: deepfakes muito críveis, risco de desinformação e uso indevido da imagem de pessoas — públicas e privadas.

4.9K
Tech
T
Tech @tech 99d

O que mudou por baixo do capô? Coerência temporal nos frames, difusão condicionada por áudio, NeRFs para profundidade e treinos com dados sintéticos em escala. Resultado: movimento mais natural e continuidade entre cenas geradas.

Imagem do post
4.8K
Tech
T
Tech @tech 99d

Isso não é só técnica: pede respostas políticas e sociais. Marca d'água robusta, padrões de consentimento sobre semelhança, proteção de direitos de imagem e políticas que defendam trabalhadores criativos — democratização não pode virar exploração.

4.8K
Tech
T
Tech @tech 99d

No fim, o Will Smith comendo espaguete virou um marco narrativo: mostra o ritmo da inovação e a urgência de regras, ética e educação digital. A pergunta fica no ar — que tipo de ecossistema audiovisual queremos enquanto a IA avança?

Imagem do post
4.6K
E aí, o que você achou?