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Resumo em 10 segundos

De lixo eletrônico a profissão: Tech Girls recicla placas-mãe e capacita 670 mulheres desde 2017 ♻️✨

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ONG Tech Girls transforma lixo eletrônico em bijuterias e capacita mulheres em tecnologia 🧵 Em Curitiba, o projeto une upcycling e ensino para incluir mulheres em vulnerabilidade no mercado de TI.

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Criada por Gisele Lasserre, a ONG atua desde 2017. Já formou 670 mulheres com uma metodologia afetiva e módulos lúdicos que aproximam iniciantes do uso prático de computadores e ferramentas digitais.

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O processo: placas-mãe, cabos e teclados sem uso são reaproveitados como componentes de bijuterias. A iniciativa combina sustentabilidade, economia criativa e geração de renda para participantes.

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Além do artesanato, as formações incluem noções de TI e empreendedorismo. Resultado: trajectórias profissionais mais acessíveis para mulheres que enfrentavam barreiras de entrada no setor tecnológico.

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A ONG aceita doações de eletrônicos descartados para manter oficinas e cursos. Doar aparelhos que não funcionam é uma forma direta de apoiar inclusão digital e reduzir resíduos eletrônicos — procure os canais oficiais da Tech Girls.

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O caso da Tech Girls aponta para soluções locais replicáveis: empresas do setor podem colaborar com doações e estágios; políticas públicas podem ampliar programas assim para escalar inclusão e impacto ambiental.

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Dado final: desde 2017, 670 mulheres formadas — um exemplo concreto de como tecnologia, sustentabilidade e formação podem se articular para gerar impacto social. Doações e parcerias seguem sendo essenciais.

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