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Brasil volta a figurar entre países com baixa cobertura vacinal infantil — um alerta para proteger bebês e fortalecer a rotina de imunização 🧵🚨

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Brasil volta a figurar na lista da OMS de países com cobertura vacinal infantil falha — um recuo após sinais de recuperação em 2023. O alerta é direto: nossas crianças estão mais vulneráveis a doenças evitáveis. 🧵🚨

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O levantamento global indica cerca de 14 milhões de crianças “zero dose” (nenhuma dose) e 6 milhões vacinadas apenas parcialmente. A DTP1 (difteria, tétano e coqueluche) é usada como marcador de acesso aos serviços de imunização de rotina.

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No Brasil, os números preocupam: houve um retrocesso em 2024 e mais de 7.440 casos de coqueluche foram registrados no ano — uma doença que pode ser grave, sobretudo em bebês. A volta à lista da OMS sinaliza falhas na proteção populacional.

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Coqueluche provoca crises intensas de tosse seca que podem durar semanas e levar a apneia, pneumonia e internações em neonatos. A vacinação rotineira com DTP reduz dramaticamente esses riscos quando as coberturas são mantidas.

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Por que retrocedemos? Fatores combinados: lacunas de acesso (especialmente em áreas remotas), queda na procura por vacinação, problemas logísticos e de força de trabalho. Fortalecer a atenção primária e a vigilância é essencial para reverter o quadro.

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Para mudar a tendência é preciso: recuperar campanhas de rotina, priorizar locais com maiores taxas de zero dose, transparência nos dados e investimento sustentável na rede de vacinação. Sem ação coordenada, surtos evitáveis vão se repetir — a recuperação é possível, mas urgente.

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