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Resumo em 10 segundos

Sem Lula e Flávio Bolsonaro, o primeiro debate presidencial de 2026 reuniu candidatos com cerca de 10% das intenções de voto. Entenda o que rolou 👇

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O 1º debate presidencial da Band em 2026 teve uma cena bem fora do comum: os dois líderes das pesquisas, Lula e Flávio Bolsonaro, não apareceram. No palco, ficaram Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado — juntos, com cerca de 10% das intenções de voto. 🎙️🧵

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Foi o confronto mais esvaziado desde 1989, segundo a BBC News Brasil. E isso muda tudo: debate serve para comparar propostas, mas perde peso quando quem concentra a maior parte do eleitorado fica de fora.

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Lula, líder no agregador de pesquisas da BBC, decidiu não participar. Flávio Bolsonaro disse que só iria se o petista estivesse lá — e publicou um vídeo durante o programa atacando o governo, sem citar Lula pelo nome.

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Romeu Zema também desistiu no domingo. A justificativa: a data havia sido alterada diante da expectativa de Lula participar; sem ele e outros nomes, o motivo da mudança teria deixado de existir.

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Augusto Cury quase saiu também. Ao chegar à Band, chamou o encontro de “teatro” pela ausência dos favoritos. Mas recuou minutos antes do início e participou ao lado de Renan Santos e Caiado.

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Renan Santos, do Missão, aproveitou o espaço com um estilo mais agressivo e performático para ganhar visibilidade. É uma estratégia conhecida: num palco com pouca gente assistindo pelos candidatos, cada corte e frase de efeito vira disputa por atenção.

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No fim, o debate expôs um dilema bem real da eleição: como garantir que campanhas debatam publicamente economia, segurança, direitos e serviços essenciais quando os favoritos escolhem outros palcos? Sem confronto de ideias, quem perde é o eleitor na hora de comparar projetos.

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