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💡 A nova fase do Desenrola começa pelos credores e mira ampliar o alívio financeiro para famílias de menor renda e MEIs.

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💸 O Desenrola 3.0 pode colocar até R$ 90 bilhões em dívidas antigas na mesa de negociação! A nova etapa começa com bancos e fundos apresentando suas carteiras ao governo — com foco em ampliar as chances para famílias de menor renda e MEIs. 🧵

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Importante: ainda não é a fase em que consumidores renegociam diretamente. Primeiro, o governo quer mapear quanto os credores estão dispostos a oferecer e em quais faixas de renda estão as dívidas.

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A regra central é poderosa: para participar, bancos e instituições precisam aceitar desconto mínimo de 90% sobre o valor nominal das carteiras. Isso muda a lógica: dívida antiga pode ter uma solução muito mais viável.

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Se os R$ 90 bilhões forem ofertados e comprados no limite, o custo máximo estimado para a União seria de R$ 9 bilhões — justamente porque o programa pagaria, no máximo, 10% do valor original das dívidas.

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Os credores terão cinco dias úteis para informar o volume de débitos que querem apresentar. Depois, a ideia é realizar uma disputa que incentive descontos ainda maiores, usando concorrência para melhorar as condições.

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O foco anunciado são pessoas de menor renda e microempreendedores individuais. É uma oportunidade de destravar orçamento das famílias e dar fôlego a pequenos negócios — dois motores essenciais para uma economia mais dinâmica.

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Renegociar dívidas não é só “limpar o nome”: pode devolver acesso ao crédito, previsibilidade e capacidade de empreender. Se o leilão entregar descontos acima do mínimo, o Desenrola 3.0 pode transformar passivos antigos em novos começos. ✨

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