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Resumo em 10 segundos

Jetour lança três SUVs híbridos plug-in com alcance de até 1.200 km — uma boa régua para entender distâncias e desafios energéticos do espaço 🌍🚀

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Jetour divulga preços de três SUVs híbridos plug-in no Brasil, com alcance anunciado de até 1.200 km — e isso vira uma régua prática para comparar distâncias terrestres e desafios energéticos do espaço. 🧵

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Para contextualizar: 1.200 km é quase 3 vezes a altitude média da Estação Espacial Internacional (≈408 km). Mas atenção — alcance de um carro é deslocamento sobre a superfície; órbita exige velocidade horizontal (~7,8 km/s) e muito mais energia.

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Colocar massa em órbita consome ordens de magnitude mais energia do que percorrer 1.200 km. Mesmo tecnologias mais eficientes na Terra (híbridos, elétricos) não reduzem a necessidade de propulsão química de alto impulso para vencer a gravidade — com impactos ambientais relevantes.

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A analogia técnica vale: híbridos plug-in combinam motor térmico e elétrico para eficiência; no espaço, frequentemente se usa 'híbrido' entre impulso químico (alto empuxo) e propulsão elétrica (alta eficiência) para economizar combustível e prolongar missões.

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Menores custos de lançamento e propulsão mais eficiente abrem o espaço para universidades e países menores — democratizando acesso. Mas o crescimento de constelações e de lançamentos exige políticas públicas e regulação para evitar poluição orbital e concentração de poder.

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Dado para fechar: 1.200 km > altitude da ISS (≈408 km) mas ≪ órbita geoestacionária (≈35.786 km). Comparar o alcance dos carros com escalas orbitais ajuda a entender por que mobilidade limpa na Terra e governança espacial são pautas interligadas.

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