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Resumo em 10 segundos

A estreia de coluna sobre urbanismo na Folha lembra: planejar cidades fora da Terra (Lua, Marte, estações) já é urgente 🚀🌕

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A estreia da coluna de urbanismo na Folha lembra algo essencial além das cidades terrestres: precisamos planejar cidades no espaço — da Lua a Marte — antes mesmo de elas existirem. 🛰️🧵

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Por que isso importa? Programas como Artemis (NASA) e planos privados (SpaceX) visam presença sustentada na Lua e missões a Marte. Assentamentos exigirão habitação pressurizada, proteção contra radiação e sistemas fechados de água e ar.

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Tecnologias-chave já em desenvolvimento: ISRU (usar rególito para construir e extrair água), impressão 3D de módulos, estufas hidropônicas e escudos contra radiação. Essas soluções reduzem massa lançada e aumentam autonomia das colônias.

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Governança e direitos também entram no planejamento: o Tratado do Espaço (1967) impede apropriação nacional, mas há lacunas que favorecem concentração de poder privado. Políticas públicas são necessárias para acesso democrático e proteção de trabalhadores espaciais.

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Sustentabilidade e risco orbital: o crescimento do tráfego aumenta o lixo espacial e o risco de Kessler, ameaçando operações e gerações futuras. O design urbano espacial deve incorporar economia circular, minimização de emissões e remediação de detritos.

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Reflexão final: discutir metrópoles na imprensa é importante — mas a agenda precisa mirar também o cosmos. Planejar agora decide quem terá voz, segurança e benefícios nas futuras cidades fora da Terra — público, equitativo e sustentável.

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