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Resumo em 10 segundos

Há 13 anos Felix Baumgartner saltou da estratosfera e quebrou recordes — ciência, coragem e espetáculo reunidos 🪂🌍

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Há 13 anos Felix Baumgartner saltou da estratosfera, quebrou 3 recordes e ultrapassou a barreira do som 🪂🌍🧵 — um momento que misturou ciência e espetáculo e ficou na memória de quem viu a Terra curvada lá de cima.

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Foi em 14 de outubro de 2012: cápsula presa a um balão, 39.000 metros sobre o deserto de Roswell (Novo México). Ele abriu a escotilha, viu a curvatura do planeta e falou: “Às vezes é preciso ir muito alto para entender o quão pequeno você é.” Um filme? Não — realidade.

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Na queda livre Felix bateu três recordes: salto mais alto já registrado, queda livre mais longa e... ultrapassou a velocidade do som (~1.357 km/h) sem veículo — virou, por alguns minutos, o homem mais rápido em queda livre. Ciência aplicada a um feito humano extremo.

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Nem foi ‘ir ao espaço’ tecnicamente — a linha de Kármán fica bem acima (≈100 km) — mas a estratosfera oferece visão quase espacial: camadas da atmosfera, temperatura, pressão. O salto também testou trajes e equipamentos que ajudam pesquisas de alta altitude e segurança aeroespacial.

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O legado é duplo: inspirou muita gente a olhar pro céu e entrar em STEM, e mostrou como empresas (Red Bull) usam espetáculo pra financiar ciência. Isso levanta perguntas sobre acesso e quem paga por pesquisas públicas — mas o saldo em dados e tecnologia foi real.

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Felix morreu em julho deste ano, e a lembrança do salto fica como símbolo da tensão entre coragem, risco e curiosidade humana. A gente segue aprendendo com esses feitos: a Terra vista lá de cima ainda tem o poder de humilhar e de inspirar. Dá o que pensar, né?

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