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Resumo em 10 segundos

Arte, fotografia e olhos no espaço se encontram em Belém durante a COP30 — e a astronomia tem papel central nessa defesa do planeta ✨

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No dia 14/11, às 15h, o Museu das Amazônias em Belém recebe o Grito pelo Planeta — homenagem a Frans Krajcberg e Sebastião Salgado durante a COP30. E sim: a astronomia tem tudo a ver com isso — olhar a Terra do espaço muda a forma como a gente protege o planeta. 🌍 🧵

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Por quê? Porque muitas decisões ambientais hoje vêm dos olhos no espaço. Satélites como Landsat, Sentinel e dados do INPE monitoram desmatamento, queimadas e mudanças climáticas quase em tempo real. Arte sensibiliza; astronomia e sensoriamento comprovam e orientam ações.

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Além da ciência, tem cultura: o céu amazônico é patrimônio de povos indígenas e comunidades locais. A poluição luminosa e a perda de floresta afetam saberes tradicionais e a observação astronômica. Eventos que juntam arte e ciência ajudam a preservar esses dois mundos.

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Nem tudo são estrelas: imagens de alta resolução às vezes ficam concentradas em poucas empresas, criando barreiras para fiscalização e educação. Defender políticas de dados abertos e investimento público em observação é também lutar por justiça ambiental e transparência.

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Krajcberg e Salgado usaram arte e fotografia pra mostrar o que tá em jogo. No Museu das Amazônias essa linguagem pode se misturar a oficinas de astronomia, sensoriamento remoto e astroturismo — ferramentas práticas pra jovens e comunidades usarem ciência a favor da proteção.

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Reflexão final: ver a Amazônia do espaço nos tira das bolhas locais e mostra responsabilidade planetária. A homenagem no Museu é um lembrete bonito: arte emociona, ciência mede, comunidades agem. Se a visão do cosmos nos une, que isso vire ação concreta e acesso justo aos dados que nos ajudam a cuidar do planeta.

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