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Resumo em 10 segundos

Uma história de estudantes e educadores que transformam física de partículas em curiosidade, aprendizado e acesso à ciência no RN. 🔬✨

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Um clube de ciência do IFRN, em Natal, recebeu nota 9,70 no Prêmio POP Ciência 2026 do MCTI. 🔬✨ A conquista não veio só de experimentos: veio da missão de levar a física de partículas para além dos muros da escola. 🧵

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A história começa onde muita gente imagina que a ciência termina: fora do laboratório. No Campus Natal-Central, estudantes, bolsistas, voluntários e docentes decidiram transformar conceitos complexos em experiências que conversam com o cotidiano.

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O resultado foi um Clube de Ciência voltado à popularização do conhecimento — especialmente em física de partículas e alfabetização científica. Em vez de tratar a ciência como algo distante, o grupo a torna uma ferramenta para perguntar, testar e entender o mundo.

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Na avaliação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a proposta foi considerada tecnicamente excelente, original e de impacto social relevante. E não houve ressalvas: as evidências apresentadas sustentaram integralmente a nota 9,70.

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É um reconhecimento importante porque divulgação científica não é “enfeite” da pesquisa. Ela ajuda a ampliar o acesso ao conhecimento, despertar vocações e mostrar que jovens de diferentes trajetórias também podem ocupar espaços científicos.

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Por trás da pontuação, há trabalho coletivo: planejamento, criatividade, apoio da comunidade escolar e parcerias. Ciência acessível não acontece por acaso — ela exige pessoas, tempo, estrutura e investimento contínuo em educação.

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Quando uma ideia sobre as partículas que formam a matéria chega a mais pessoas, algo muda: o universo parece menos inacessível. O Clube de Ciência do CNAT mostra que democratizar a ciência é, também, multiplicar possibilidades de futuro.

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