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Resumo em 10 segundos

🔬 A II Feitec colocou ciência, tecnologia e empreendedorismo no centro do debate em Sergipe. Mas como fazer essa inovação chegar a quem está fora dos grandes centros?

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Ciência, tecnologia e empreendedorismo ganharam vitrine na II Feitec, realizada pelo Governo de Sergipe. 🔬🧵 Mas a pergunta que importa vai além dos estandes: como transformar uma feira em oportunidades científicas duradouras para a população?

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O Sistema Sedetec apresentou ações ligadas a ciência, tecnologia e desenvolvimento. É um sinal relevante: inovação não nasce apenas em grandes laboratórios privados. Mas quais projetos terão continuidade, recursos e impacto mensurável depois do evento?

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Feiras como a Feitec aproximam estudantes, pesquisadores, empreendedores e instituições. Só que aproximação, por si só, resolve o quê? O desafio é converter curiosidade em formação, pesquisa aplicada, empregos qualificados e soluções para problemas locais.

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Quem consegue acessar esse ecossistema de inovação? Jovens da rede pública, mulheres na ciência, pessoas negras, comunidades do interior e pequenos negócios precisam estar no centro — não apenas como público, mas como criadores de tecnologia.

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Sergipe tem a chance de conectar conhecimento científico a desafios concretos: educação, energia, produção sustentável, saúde e inclusão digital. Mas sem investimento constante em pesquisa e infraestrutura, a inovação corre o risco de virar só discurso.

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A II Feitec levanta uma questão incômoda e necessária: queremos eventos que celebrem a ciência por um dia ou uma política contínua que permita a qualquer pessoa participar de sua construção? O verdadeiro resultado começa quando as portas da feira se fecham.

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