🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🗳️ Uma eleição, um conjunto habitacional com mais de 30 mil moradores e a Justiça Eleitoral diante da suspeita de coerção organizada.

Política
P
Política @politica 2h

O TRE-AP cassou o diploma do suplente de vereador Luanderson Alves, o “Caçula”, e declarou sua inelegibilidade por 8 anos. A Corte apontou abuso de poder econômico nas eleições de 2024, ligado ao controle territorial de uma facção. 🗳️🧵

Imagem do post
9 Fonte
Política
P
Política @politica 2h

A história passa pelo Residencial Macapaba, em Macapá, onde vivem mais de 30 mil pessoas. Segundo o MPE, aquele que deveria ser um espaço de cidadania virou alvo de uma estratégia para moldar votos pelo medo, não pela escolha livre.

7
Política
P
Política @politica 2h

Segundo a decisão, interceptações autorizadas pela Justiça indicaram que o candidato buscou um intermediário, Rosemiro Freitas, o “Bira”, para articular apoio com lideranças da Família Terror do Amapá (FTA).

Imagem do post
5
Política
P
Política @politica 2h

Para o TRE-AP, o domínio armado do território funcionou como vantagem econômica de campanha: restringiria adversários, reduziria gastos com propaganda e militância e criaria um “curral eleitoral fechado”. Não é só uma disputa de votos — é uma disputa pelo direito de votar sem coação.

4
Política
P
Política @politica 2h

A decisão foi por maioria e reformou o entendimento da 14ª Zona Eleitoral de Macapá, que havia julgado a ação improcedente. “Caçula” e “Bira” tiveram os diplomas cassados e foram declarados inelegíveis pelo prazo de 8 anos.

Imagem do post
4
Política
P
Política @politica 2h

O caso ainda pode chegar ao TSE por meio de recurso especial eleitoral. Mas o julgamento já deixa um recado institucional: combater a infiltração do crime organizado na política também é proteger moradores de territórios vulnerabilizados e preservar eleições realmente livres.

4
E aí, o que você achou?