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Resumo em 10 segundos

Depois de recuar da decisão inicial, o governo nepalês abriu espaço para equipes estrangeiras nas buscas. A escala da devastação é enorme. 🏔️

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O Nepal voltou atrás e aceitou ajuda internacional nas buscas após o colapso de uma geleira provocar enchentes devastadoras no Himalaia. Cerca de 3 mil pessoas ainda estão desaparecidas. 🏔️🧵

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A dimensão é assustadora: são 2.426 desaparecidos no Nepal e 554 no Tibete chinês. Entre eles, moradores, turistas, peregrinos e trabalhadores de usinas hidrelétricas — pelo menos 540 são estrangeiros.

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O balanço mais recente aponta 669 mortes no Nepal e outras 7 no Tibete chinês: 676 vítimas confirmadas. E esse número pode subir, porque muitas áreas ainda estavam isoladas por chuva, nevoeiro e destroços.

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Na sexta, o governo dizia que conseguiria conduzir os resgates sem equipes estrangeiras, pedindo só apoio técnico. Horas depois, mudou a posição. Em tragédias assim, rapidez e cooperação pesam mais que orgulho institucional.

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Equipes da Índia já participam das buscas, e um grupo da China é aguardado. A prioridade é retirar sobreviventes isolados e chegar a um túnel de usina hidrelétrica onde cerca de 100 pessoas podem estar presas.

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A reconstrução deve custar entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões. Mas não é só reconstruir estradas e prédios: é proteger comunidades vulneráveis, garantir trabalho seguro e investir em prevenção para uma região cada vez mais exposta a eventos extremos.

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