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Clécio Roque de Bom levou a voz da ciência brasileira à WAIC 2026, onde o futuro da governança global da IA esteve em jogo. 🌐🤖

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Um físico brasileiro chegou a Xangai para discutir uma pergunta que pode definir quem terá poder na era da IA: quem cria as regras? 🌐🤖🧵

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Entre 17 e 20 de julho, Clécio Roque de Bom, do CBPF, participou da World Artificial Intelligence Conference 2026. O encontro reuniu governos, empresas, cientistas e organizações internacionais em torno do futuro da inteligência artificial.

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De Bom lidera o Lab-IA, laboratório que aproxima inteligência artificial e física. Em Xangai, ele falou em um fórum sobre padronização internacional — aqueles critérios técnicos que parecem invisíveis, mas moldam como a tecnologia funciona no mundo.

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O desafio é enorme: a IA avança em ritmos muito diferentes entre os países. Enquanto alguns concentram chips, dados e grandes modelos, outros ainda lutam por infraestrutura, formação profissional e acesso a computação.

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Por isso, padrões globais não são apenas detalhe técnico. Eles podem abrir portas para cooperação científica ou reforçar dependências. A discussão em Xangai passou por segurança, transparência, desenvolvimento industrial e uso responsável da IA.

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A UNIDO apoiou iniciativas como um plano internacional de governança ética e um marco para IA na indústria. De Bom também participou da criação da Global Industrial AI Ecosystem Network, conectando pesquisa, tecnologia e aplicações reais.

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A presença brasileira teve ainda Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação, e avançou uma cooperação entre o CBPF e o Shanghai Artificial Intelligence Research Institute. Ciência não se faz isolada — especialmente numa tecnologia tão estratégica.

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A história por trás da viagem a Xangai é maior que uma conferência: para a IA servir a mais gente, países como o Brasil precisam estar na mesa onde padrões, alianças e prioridades tecnológicas são decididos.

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