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Um vereador foi preso novamente em investigação sobre suposta lavagem de dinheiro no sistema de ônibus de São Paulo. 🚌🔎

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Um caso que começa nos ônibus de São Paulo voltou ao centro do noticiário: o vereador licenciado Senival Moura foi preso novamente, investigado por suposta lavagem de dinheiro ligada ao PCC em empresas de transporte público. 🚌🔎🧵

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A prisão ocorre no contexto da Operação Última Parada, iniciada em junho. A investigação mira pessoas ligadas à Transunião, empresa de ônibus suspeita de ter sido administrada por integrantes do PCC.

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Segundo a apuração, Senival Moura é apontado como uma figura central do suposto esquema. Ele nega? Até a publicação da notícia, a defesa do vereador licenciado não havia sido localizada para se manifestar.

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Esta não é a primeira detenção. Ele havia deixado a prisão em 5 de agosto, após decisão do TJ-SP que entendeu que o prazo da prisão temporária deveria ser de cinco dias, e não de 30.

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O Ministério Público recorreu. Com a revisão do caso, o TJ-SP determinou novamente a prisão de sete investigados ligados à Transunião. Deic e Gaeco cumprem os mandados nesta quarta-feira (28).

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A execução só ocorreu agora porque o inquérito foi concluído antes da eleição e as regras eleitorais restringem prisões que não sejam em flagrante. É um detalhe jurídico que ajuda a explicar a linha do tempo.

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Por trás do caso criminal está uma pergunta que afeta milhões: quem controla o dinheiro e a operação dos ônibus? Transporte público depende de fiscalização permanente, contratos transparentes e proteção para usuários e trabalhadores. Quando a mobilidade vira ferramenta de crime, a cidade inteira paga a conta.

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