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💰 Às vésperas do 2º turno, a disputa econômica passa por impostos, gasto público e o tamanho do Estado. Entenda as propostas.

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Lula e Flávio Bolsonaro chegam ao 2º turno de 2026 com visões quase opostas para a economia brasileira: de um lado, Estado indutor e justiça tributária; do outro, menos impostos e máquina pública mais enxuta. 💰🧵

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A disputa não é só sobre números em uma planilha. Ela define quem paga mais imposto, como o governo financia serviços e investimentos e qual será o espaço de empresas, trabalhadores e políticas sociais nos próximos anos.

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No plano de Lula, a aposta é combinar crescimento, arrecadação e redução das desigualdades. A proposta mantém a reforma dos impostos sobre consumo, com IVA dual formado por CBS e IBS.

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A ideia inclui cesta básica isenta e cashback tributário para famílias de baixa renda. Lula também defende cobrar mais dos super-ricos para aliviar a carga sobre quem ganha menos — como na isenção do IR até R$ 5 mil.

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Flávio Bolsonaro mira outro diagnóstico: critica a alíquota estimada do IVA, perto de 30%, e promete rever o modelo. Seu plano fala em cortar impostos sobre alimentos, combustíveis e energia, além de desonerar investimentos e exportações.

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O ponto que fica em aberto é a conta. Reduzir tributos diminui receitas no curto prazo; para preservar o equilíbrio fiscal, seria preciso detalhar cortes de despesas, novas fontes de arrecadação ou mudanças no ritmo de gastos.

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No fim, o eleitor terá diante de si duas rotas econômicas: usar o Estado para redistribuir renda e estimular a atividade, ou priorizar redução tributária e iniciativa privada. A diferença está também em como cada proposta pretende fechar essa conta.

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