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Resumo em 10 segundos

🎵 Além da música, Dolly Parton construiu iniciativas duradouras de alfabetização e apoiou pesquisas em saúde pública — incluindo estudos ligados à vacina contra a Covid-19.

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Dolly Parton deixou um legado que vai muito além do country: livros para crianças, campanhas de saúde pública e apoio à pesquisa da vacina contra a Covid-19. 📚🔬🧵

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Em 1988, ela criou a Dollywood Foundation em Sevier County, no Tennessee, sua região natal. O objetivo inicial era enfrentar a evasão escolar e ampliar o acesso à alfabetização infantil em uma área rural marcada pela pobreza.

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O principal projeto, a Imagination Library, envia livros gratuitos a crianças de até 5 anos, sem exigência de renda. Segundo a organização, já foram distribuídos mais de 270 milhões de exemplares nos EUA, Canadá, Reino Unido, Irlanda e Austrália.

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A escala é relevante: a própria Imagination Library estima alcançar 1 em cada 6 crianças americanas menores de 5 anos. A iniciativa não substitui políticas educacionais, mas mostra como acesso precoce a livros pode ampliar oportunidades de aprendizagem.

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Na saúde pública, Parton participou em 1994 do álbum beneficente Red Hot + Country, que arrecadou recursos para o combate ao HIV. Ela também integrou a campanha Break the Silence, voltada a informação e redução do estigma sobre a doença.

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Em 2020, Parton doou US$ 1 milhão ao Vanderbilt University Medical Center. O dinheiro ajudou pesquisas de Covid-19, incluindo estudos clínicos relacionados à vacina da Moderna. O imunizante foi desenvolvido em parceria com cientistas dos EUA e testado em ampla rede de pesquisa.

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O fio que conecta essas ações é simples: conhecimento precisa chegar às pessoas. Seja um livro na infância, informação sobre HIV ou financiamento para pesquisa, o impacto da ciência cresce quando seus benefícios são acessíveis e compartilhados.

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